Parece que existe no cérebro uma zona específica,que poderíamos chamar Memória Poética,que registra o que nos encantou,o que nos comoveu, o que dá beleza a nossa vida.
O amor começa por uma metáfora.Ou melhor o amor começa no momento em que uma pessoa se inscreve com uma palavra em nossa Memória Poética.
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23 de novembro de 2008
momento lama !
vivendo esse momento ...ouvindo 299 vezes por dia !
Pelo curto tempo que você sumiu
Nota-se, aparentemente, que você subiu
Mas, o que eu soube a seu respeito, muito me entristeceu
Ouvi dizer que pra subir você desceu
Todo mundo quer subir, a concepção da vida admite
Ainda mais quando a subida tem o céu como limite
Por isso, não adianta estar no mais alto degrau da fama
Com a moral toda enterrada na lama
Por isso, não adianta estar no mais alto degrau da fama
Com a moral toda enterrada na lama
Pelo curto tempo que você sumiu...
.
O Som.
Das gotas da chuva caindo em minha janela.
Das ondas em espuma estourando na areia da praia.
Da concha que imita o mar.
Das folhas das árvores agitando uma a outra.
Do vento forte assoviando entre os corredores.
Do piano, do saxofone e do contrabaixo.
De um coral de crianças.
Da água que vai virando café.
Do crepitar da chama de uma vela e da brasa de um cigarro.
Do miado dos gatos, do uivo dos lobos e do canto das cigarras.
De certas vozes humanas.
Do suspiro e da respiração profunda dos que se amam.
De um lápis riscando um papel devagar.
Do folhear de um livro.
Do coração batendo.
Do mergulho.
Do silêncio.
E todos esses sons causam-me uma espécie de cócegas boa na mente, um carinho na alma.
O Som.
Das gotas da chuva caindo em minha janela.
Das ondas em espuma estourando na areia da praia.
Da concha que imita o mar.
Das folhas das árvores agitando uma a outra.
Do vento forte assoviando entre os corredores.
Do piano, do saxofone e do contrabaixo.
De um coral de crianças.
Da água que vai virando café.
Do crepitar da chama de uma vela e da brasa de um cigarro.
Do miado dos gatos, do uivo dos lobos e do canto das cigarras.
De certas vozes humanas.
Do suspiro e da respiração profunda dos que se amam.
De um lápis riscando um papel devagar.
Do folhear de um livro.
Do coração batendo.
Do mergulho.
Do silêncio.
E todos esses sons causam-me uma espécie de cócegas boa na mente, um carinho na alma.
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