
Gostaria de conhecer a liberdade, mas não a encontro. Apesar de muitos se dizerem donos dela, ninguém a possui de modo que eu a veja com olhos reais ou sinta tal materialização.
Quem julga ser livre? Não está preso à necessidade de não ser subordinado? Se achar virtudes em não possuir correntes, por que insiste em deter as mãos de outros?
Anseiam ser livres para fazer o que mandarem os desígnios... Serão livres para deter os mesmos quando lhes for isto por bem?
Tenho o preceito de ser livre, acorrentada apenas a tal preceito e a tudo o que grita dentro de mim, mas ainda não ousa e se intimida de manisfestar-se aos corpos e seres que a vista possa abranger.
Mas os que se dizem livres necessitam de escravizar a outros, que se afligem toda a vida pela bula de alforria, para que também se julguem livres e se viciem na fictícia condição de dispor de si.
Na verdade, se eu encontrasse a Liberdade, não saberia como tratá-la e teria medo: é demasiado inconciliável com meu indelével anseio por encontrá-la. Sou sempre presa à busca por ser livre.
Então não há liberdade. Não há. Há o poder de escolha entre ser preso à busca por ela, ou desistir de tal procura. Neste caso, quero manter-me em infindo cativeiro repetindo: “Gostaria de conhecer a liberdade...”.Gostaria de conhecer a liberdade, mas não a encontro. Apesar de muitos se dizerem donos dela, ninguém a possui de modo que eu a veja com olhos reais ou sinta tal materialização.
Quem julga ser livre? Não está preso à necessidade de não ser subordinado? Se achar virtudes em não possuir correntes, por que insiste em deter as mãos de outros?
Anseiam ser livres para fazer o que mandarem os desígnios... Serão livres para deter os mesmos quando lhes for isto por bem?
Tenho o preceito de ser livre, acorrentada apenas a tal preceito e a tudo o que grita dentro de mim, mas ainda não ousa e se intimida de manisfestar-se aos corpos e seres que a vista possa abranger.
Mas os que se dizem livres necessitam de escravizar a outros, que se afligem toda a vida pela bula de alforria, para que também se julguem livres e se viciem na fictícia condição de dispor de si.
Na verdade, se eu encontrasse a Liberdade, não saberia como tratá-la e teria medo: é demasiado inconciliável com meu indelével anseio por encontrá-la. Sou sempre presa à busca por ser livre.
Então não há liberdade. Não há. Há o poder de escolha entre ser preso à busca por ela, ou desistir de tal procura. Neste caso, quero manter-me em infindo cativeiro repetindo: “Gostaria de conhecer a liberdade...”.