29 de agosto de 2008

Venha quando quiser, ligue, chame, escreva - tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim. (lov u)
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coisinhas

Eu estive a pensar sobre a coisa de se conviver com as pessoas todas que lhe circundam sempre.
Ás vezes, essa própria relação entre o eu e o outro que se põe em forma de cotidiano tira o entendimento e o conceito de "real". Tudo que se faz, passa despercebido pelo olhar, e sempre fazem refletir e não entender onde começa um e termina o outro.
Na loucura coletiva, perdemos a vontade própria e sempre acreditamos no conjunto e na junção das palavras e das almas...

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As coisas têm peso, massa, volume, tamanho, tempo, forma, cor, posição, textura, du-ração, densidade, cheiro, valor, consistência, pro-fundi-dade, contorno, temperatura, função, aparência, preço, des-tino, idade, sentido. As coisas não têm paz.
Eu tenho você.


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Enquanto houver questionamento, novas lógicas serão perceptíveis.
Crises como mudanças e as transformações não se limitam mais, existe a vontade de ser mais do que o é e estar junto.